A SACERDOTISA
 

 
 
 
   
 
Quinta-feira, Janeiro 28, 2010
 

 
Tem dias que as nuvens encobrem o céu e tudo fica cinza e estranho, a maioria das pessoas não gostam do céu cinzento, sem sol e com muitas nuvens a cobrir suas cabeças. Não é o meu caso, gosto dos dias nublados, cinzentos e frios. Gosto de dormir com a sensação de frio envolvendo meu corpo, como um casulo as cobertas me envolvem e durmo serena e tranquila como uma criança. Se todos somente gostassem do que lhes é peculiar, imagina o que seria do restante da humanidade, afinal gosto definitivamente não se deve discutir.

Domingo, Janeiro 17, 2010
 
Canto Para Oxalá
Rita Ribeiro
Composição: Cantiga Ioruba
Oni saurê
Aul axé
Oni saurê
Oberioman
Onisa aurê
aul axé baba
onisa aurê
oberioman
Onisa aurê

Baba saurê
aul axé
Baba saurê
oberioman
Baba saurê
aul axé baba
oberioman
saul axé

Man man man
Man man man
Man man man
Man man man
 
Moça Bonita
Rita Ribeiro
Composição: Jair Amorim / Evaldo Gouveia
Uma rosa
Cor de sangue, cintila
Em sua mão
Um sorriso
Que nas sombras
Não diz nem sim nem não
Põe na boca a cigarrilha
E mais se acende o olhar
Que conhece o bem e o mal
De quem quiser amar.

De vermelho e negro
O vestido à noite
O mistério traz
De colar de contas
Brincos dourados
A promessa faz
Se é preciso ir
Você pode ir
Peça o que quiser
Mas cuidado, amigo
Ela é bonita
Ela é mulher.

E no canto da rua
Zombando, zombando, zombando está
Ela é moça bonita
Girando, girando, girando lá
Ô girando lá oiê
Ô girando lá oiá.
 
Meu Deus, estava eu andando pela net, pois é ...eu não navego eu ando...pois sou romântica, e encontrei algo que me fez ficar vidrada por alguns minutos...

É o blog da Multitalentosa Beti Tim segue aí:

Domingo, Janeiro 10, 2010
 
BlogBlogs.Com.Br

Sexta-feira, Dezembro 11, 2009
 



Acordo com você ao meu lado, tua respiração silenciosa, teu olhos fechados , tua boca bonita, assim, simples assim...Te olho por um tempo que não finda, te aprecio com toda minha alegria matinal e espero pelo seu despertar...E teu sorriso franco de menino, me faz feliz...pura e simplesmente feliz...me beija a boca sonolenta, espantando o sono e acendendo o desejo, me deixo amar como quem aceita a vida por saber que é o melhor...Por saber que me faz feliz e bem, me entrego ao café de tuas mãos e canto feliz e contente...
Sim, é bom ter você...Todas as manhãs....

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
 
Na vida há momentos em que devemos respeitar a ordem natural das coisas, os processos de cura, de espiritualização e de crescimento espiritual vem ao encontro desse respeito pelo tempo, dessa entrega à ordem natural deste mundo.
Em muitos momentos achamos que tudo está perdido, sem forma e sem sentido, tantas mortes, tanta violência e tanta dor só resultam em: descrença, pessimismo, depressão, suícidio e loucura.
Que os ventos positivos do "Espírito de Natal" possa trazer à todos uma nova energia de vida, de esperança e fé. É o que todos nós estamos precisando. Axé.

Sexta-feira, Novembro 27, 2009
 
Romantismo e lirismo preconizam dias de intensa alegria, de rubros sorrisos, de doces encantos e vadios desejos.
Alma tropega que embriagada por absinto deixa-se vagar pelas brumas do romance.

Terça-feira, Novembro 17, 2009
 
Exposição de fotos de Pierre Verger retrata a Espanha antes da Guerra Civil


A partir de amanhã, dia 30, a Galeria Olido recebe
a exposição itinerante Pierre Verger – Andalucía
1935, como parte dos eventos comemorativos do Ano
da França no Brasil. Com curadoria de Jesús Cañete
Ochoa e Jesús Cosano Prieto, a mostra exibe imagens
reunidas por iniciativa da Fundação Ceiba (Sevilha)
no acervo da Fundação Pierre Verger, em Salvador. O
tema do projeto são os registros de uma viagem que
o fotógrafo francês fez, de bicicleta, pela região da
Andaluzia, na Espanha, em 1935.
Pierre Verger foi um dos nomes mais singulares da etnologia
e da fotografia do século 20. Viajante incansável,
dedicou grande parte da vida e da obra ao estudo das
populações da África Negra. Sua natureza aventureira
e seu talento marcaram o trabalho do artista, que, ao
longo dos anos, produziu uma obra importante que se
estendeu a diferentes culturas do mundo.
Crepúsculo da paz
Cláudia Pôssa, professora da Universidade Federal da
Bahia, que defendeu tese de doutorado sobre o trabalho
fotográfico de Verger na Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Barcelona, comenta a importância das
viagens na obra do artista: “No caso de Verger, seus
itinerários unem a experiência de vida a uma pesquisa
estética. A câmera, companheira inseparável do viajante,
é um passaporte que permite a ele o contato com o
outro”. Segundo ela, esses percursos proporcionaram
ao fotógrafo um aprendizado complexo, um olhar ativo
e uma busca criativa.
Uma das particularidades mais marcantes das fotos
sobre a Andaluzia é o valor documental que elas adquiriram,
já que, além de recuperar detalhes da região
até então esquecidos ou desconhecidos, elas foram
realizadas pouco antes do início da guerra civil espanhola
(1936-1939), acontecimento que causou grande
im pacto no cotidiano e na cultura desse povo. Em 1935,
Verger registrou o dia-a-dia, as pessoas pelas ruas, os
mercados e as procissões religiosas. Pouco tempo depois,
essa vida corriqueira seria totalmente abalada.
Pessoas e paisagens
A mostra apresenta dois grupos de imagens:
um em que aparecem pessoas e outro em que a
arquitetura e as paisagens urbanas ou naturais protagonizam
a cena. Cláudia diz que o talento ímpar
do trabalho do fotógrafo é evidenciado, principalmente,
nos registros em que aparecem pessoas.
“Os retratos de indivíduos ou de grupos e as fotos
em que busca captar uma paisagem cultural são o
ponto alto de sua expressão”.
Nesse sentido, a marca autoral de Verger determina
a qualidade do trabalho, pois, como fotógrafo
de rua, ele busca uma espécie de intimidade com
o fotografado. A professora identifica alguns pontos
dessa estreita relação. “Verger tenta captar as
coisas e pessoas em sua singularidade, deixando
transparecer algo que vivencia nesse contato. Suas
obras têm a marca do indivíduo, estão carregadas de
personalidade e impregnadas de emoções. Mais do
que registrar um determinado evento, o fotógrafo
busca evidenciar uma cultura”.
Gestos e olhares
Cláudia comenta que a Espanha era considerada um
país periférico da Europa, em 1935, e a Andaluzia pertencia
ao subúrbio desse país. O interesse do fotógrafo
foi retratar seus habitantes, os quais se distanciavam
do modelo de beleza canônica europeu. “Importam
a Verger os gestos e olhares, a expressão de vida das
pessoas retratadas. Assim, direciona sua lente para o
riso espontâneo de uma cigana, está atento à atitude
de uma vendedora de flores, às pessoas dos mercados,
buscando registrar a maneira como essas pessoas se
relacionam entre si e com o ambiente”.
Exposição itinerante Pierre Verger – Andalucía,1935
Galeria Olido – 1º andar. De 30/10 a 22/12. Terçafeira
a domingo, das 12h às 20h. Grátis

 

 
   
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