Terça-feira, Novembro 17, 2009
Exposição de fotos de Pierre Verger retrata a Espanha antes da Guerra Civil
A partir de amanhã, dia 30, a Galeria Olido recebe
a exposição itinerante Pierre Verger – Andalucía
1935, como parte dos eventos comemorativos do Ano
da França no Brasil. Com curadoria de Jesús Cañete
Ochoa e Jesús Cosano Prieto, a mostra exibe imagens
reunidas por iniciativa da Fundação Ceiba (Sevilha)
no acervo da Fundação Pierre Verger, em Salvador. O
tema do projeto são os registros de uma viagem que
o fotógrafo francês fez, de bicicleta, pela região da
Andaluzia, na Espanha, em 1935.
Pierre Verger foi um dos nomes mais singulares da etnologia
e da fotografia do século 20. Viajante incansável,
dedicou grande parte da vida e da obra ao estudo das
populações da África Negra. Sua natureza aventureira
e seu talento marcaram o trabalho do artista, que, ao
longo dos anos, produziu uma obra importante que se
estendeu a diferentes culturas do mundo.
Crepúsculo da paz
Cláudia Pôssa, professora da Universidade Federal da
Bahia, que defendeu tese de doutorado sobre o trabalho
fotográfico de Verger na Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Barcelona, comenta a importância das
viagens na obra do artista: “No caso de Verger, seus
itinerários unem a experiência de vida a uma pesquisa
estética. A câmera, companheira inseparável do viajante,
é um passaporte que permite a ele o contato com o
outro”. Segundo ela, esses percursos proporcionaram
ao fotógrafo um aprendizado complexo, um olhar ativo
e uma busca criativa.
Uma das particularidades mais marcantes das fotos
sobre a Andaluzia é o valor documental que elas adquiriram,
já que, além de recuperar detalhes da região
até então esquecidos ou desconhecidos, elas foram
realizadas pouco antes do início da guerra civil espanhola
(1936-1939), acontecimento que causou grande
im pacto no cotidiano e na cultura desse povo. Em 1935,
Verger registrou o dia-a-dia, as pessoas pelas ruas, os
mercados e as procissões religiosas. Pouco tempo depois,
essa vida corriqueira seria totalmente abalada.
Pessoas e paisagens
A mostra apresenta dois grupos de imagens:
um em que aparecem pessoas e outro em que a
arquitetura e as paisagens urbanas ou naturais protagonizam
a cena. Cláudia diz que o talento ímpar
do trabalho do fotógrafo é evidenciado, principalmente,
nos registros em que aparecem pessoas.
“Os retratos de indivíduos ou de grupos e as fotos
em que busca captar uma paisagem cultural são o
ponto alto de sua expressão”.
Nesse sentido, a marca autoral de Verger determina
a qualidade do trabalho, pois, como fotógrafo
de rua, ele busca uma espécie de intimidade com
o fotografado. A professora identifica alguns pontos
dessa estreita relação. “Verger tenta captar as
coisas e pessoas em sua singularidade, deixando
transparecer algo que vivencia nesse contato. Suas
obras têm a marca do indivíduo, estão carregadas de
personalidade e impregnadas de emoções. Mais do
que registrar um determinado evento, o fotógrafo
busca evidenciar uma cultura”.
Gestos e olhares
Cláudia comenta que a Espanha era considerada um
país periférico da Europa, em 1935, e a Andaluzia pertencia
ao subúrbio desse país. O interesse do fotógrafo
foi retratar seus habitantes, os quais se distanciavam
do modelo de beleza canônica europeu. “Importam
a Verger os gestos e olhares, a expressão de vida das
pessoas retratadas. Assim, direciona sua lente para o
riso espontâneo de uma cigana, está atento à atitude
de uma vendedora de flores, às pessoas dos mercados,
buscando registrar a maneira como essas pessoas se
relacionam entre si e com o ambiente”.
Exposição itinerante Pierre Verger – Andalucía,1935
Galeria Olido – 1º andar. De 30/10 a 22/12. Terçafeira
a domingo, das 12h às 20h. Grátis
postado pela SACERDOTISA às 18:13
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Sexta-feira, Novembro 13, 2009
No canto em que me deito há sonhos que não me pertencem...
Todos temos medo de enlouquecer, não é ?
Há vazios que não me tomam
Perfumes que não me cheiram
Sons que não me ouvem
Cores que não me tingem
Olhos que me despem e me vigiam celula a celula
Valorizando minhas sardas espirituais
Meus ritos pessoais
Meus mitos internos
Meus erros descritos
retos
sinceros
E me faço toda, na noite que me embala
No sonho que agora sou...
postado pela SACERDOTISA às 18:42
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Quinta-feira, Novembro 12, 2009
Nesse dias que o sol consome a pele, que lambe freneticamente meu corpo, provocando um calor insuportável, é que me pergunto: Afinal pq não nasci num país gelado...
Detesto calor...Detesto...
postado pela SACERDOTISA às 17:15
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Terça-feira, Novembro 10, 2009
Ontem teve sessão de cinema brasileiro a R$ 2,00. E como não podia deixar de ir, fui ver o tão esperado " Besouro" - um filme que retrata a vida dos negros logo após o fim da escravidão no Brasil, mostra seus costumes, sua religião e a proibida "Capoeira".
postado pela SACERDOTISA às 17:04
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Quinta-feira, Novembro 05, 2009
postado pela SACERDOTISA às 18:46
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Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Estive durante essa semana em um Congresso sobre Educação, depois de arrumar as fotos e as minhas impressões sobre os temas tratados, colocarei alguns comentários nesse blog. Vida corrida...hehehehehe
postado pela SACERDOTISA às 20:50
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Terça-feira, Setembro 29, 2009
Da noite fria
Reacendo o fogo do amor
Da noite fria
Bordo o tema do nosso desejo
Da noite fria
Mãos que se fecham numa união perfeita
Da noite fria
Eu e você no calor da paixão
Da noite fria
Restou o sonho, sono e cansaço.
Da noite fria....
Priscila Jerônimo
postado pela SACERDOTISA às 18:52
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Visitam-me todas as horas,
as antigas, as novas
tomadas de ti
que nem te lembras.
Abrem portas, lêem versos
bebem dos copos só meus.
refazem os ruídos de teu acordar
os olhos ainda sonhando sob o sol.
As horas do amor, já antigas,
passeiam lentamente pelos meus quartos vazios.
Pesam seus passos como o tempo
deixando um aroma frio
cobrindo de pó o meu corpo.
Passam as horas, em seu perene caminhar
deixando cerradas as cortinas.
Vão-se as horas levando meus sonhos,
folhas indo com o vento
http://www.overmundo.com.br/banco/das-horas-que-passam-levando-os-sonhos
postado pela SACERDOTISA às 18:50
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nonsense
toda idéia nova
só precisa de tempo
para tornar-se velha
toda idéia velha
se revista a tempo
vai parecer nova
a última grande idéia
que teve o homem foi a roda
e ela esta aí até hoje
todo o resto saiu de moda
não quero ouvir falar
das grandes verdades
prefiro verdades pequenas
grandes verdades
parecem pequenas mentiras
sendo assim
quem veio primeiro?
o ovo ou a galinha?
entre o ovo e a galinha
fico com a coxinha
que vai ovo na massa
e galinha no recheio
e sei perfeitamente
pro que serve
e pro que veio
e todo o resto
é devaneio
postado pela SACERDOTISA às 18:49
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Louca que sou, transporto-me
Para o campo desconhecido dos teus olhos
Onde o verde é o lapso de um sonho
E as luas são quentes e me ardem.
Louca que sou, devoro-te
Promentendo estrelas nas noites vazias
Quando minha língua
- Tranquila e faceira
Não te puder alcançar
Com minhas palavras frágeis
E o meu doce veneno.
(Dias inteiros de aurora
E um caminho pra Pasárgada)
http://www.overmundo.com.br/banco/poema-do-amor-eterno
postado pela SACERDOTISA às 18:47
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